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Atualização semanal de investimentos


Latest episode

  • 9. O Santa Rally: por que investidores de longo prazo devem ignorar o ruído do fim de ano

    07:38||Season 17, Ep. 9
    Os últimos dias de negociação de dezembro chegam acompanhados de comentários previsíveis sobre o chamado “Santa Rally” e suas implicações para os portfólios, juntamente com a estatística de que o S&P 500 registrou um ganho médio de 1,3% desde 1950 durante os períodos de Santa Rally, com retornos positivos ocorrendo aproximadamente 79% das vezes. No entanto, esse dado chamativo descreve apenas uma janela de sete dias dentro de um mercado que opera cerca de 252 dias por ano.

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  • 8. O panorama de investimentos para 2026. Navegando entre oportunidade e incerteza – Parte Dois

    10:17||Season 17, Ep. 8
    Na semana passada, na Parte Um, exploramos as forças macroeconômicas que estão moldando o cenário de 2026: a escala e a incerteza em torno dos investimentos em inteligência artificial, o deterioro da posição fiscal das economias desenvolvidas e a tensão entre avaliações elevadas e um sentimento de mercado cauteloso. Embora esses temas continuem influenciando o comportamento dos investidores, a Parte Dois volta-se às classes de ativos e dinâmicas de mercado que podem oferecer diversificação, resiliência e oportunidade nos próximos meses.
  • 7. O panorama de investimentos para 2026. Navegando entre oportunidade e incerteza. Parte Um

    08:46||Season 17, Ep. 7
    À medida que novembro chega ao fim e os gestores de portfólios finalizam seus posicionamentos de encerramento de ano, a atenção se volta para 2026. O próximo ano apresenta aos investidores um cenário marcado pelo avanço da inteligência artificial, pelas desafiadoras condições fiscais nas economias desenvolvidas e pelas dúvidas sobre a capacidade dos mercados acionários de manter seu notável impulso.
  • 6. O caso a favor de ambos: por que a gestão ativa e passiva merecem igual importância

    08:02||Season 17, Ep. 6
    O debate sobre gestão de investimentos persiste: ativa ou passiva? No entanto, enquadrar essa questão como uma escolha binária ignora uma realidade muito mais sofisticada. Ambas as abordagens possuem méritos genuínos, e a verdadeira pergunta não é qual escolher, mas quanto de cada uma deve compor um portfólio bem estruturado.
  • 5. O renascimento dos mercados emergentes: Por que o motor de crescimento mundial merece atenção renovada

    09:18||Season 17, Ep. 5
    Por mais de uma década, os mercados emergentes decepcionaram os investidores, enquanto as ações dos mercados desenvolvidos, especialmente as de tecnologia dos EUA, proporcionaram retornos superiores. O índice MSCI EM (retorno total líquido em dólares americanos) ganhou 8,3% em 2024, contra quase 20% dos mercados MSCI World (retorno total líquido em dólares americanos), continuando um padrão que consolidou o sentimento negativo.
  • 4. Nunca aposte contra os Estados Unidos

    07:00||Season 17, Ep. 4
    A máxima de investimento mais famosa de Warren Buffett merece uma reflexão cuidadosa em novembro de 2025, especialmente agora que os mercados assimilam um ano que confundiu os pessimistas e recompensou aqueles que mantiveram a convicção na resiliência econômica americana. A economia dos EUA demonstrou uma força notável ao longo de 2025, com o modelo GDPNow do Banco do Federal Reserve de Atlanta estimando um crescimento de 4,0% no terceiro trimestre, um número que não reflete desespero, mas sim vitalidade subjacente.
  • 3. Cálculo prospectivo: por que os mercados precificam o amanhã, e não o ontem

    06:36||Season 17, Ep. 3
    Os mercados voltaram a enviar sinais contraditórios nesta semana, enquanto os investidores processavam uma enxurrada de eventos importantes: os resultados das grandes empresas de tecnologia, a última decisão do Federal Reserve e um avanço nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China. No entanto, por trás dessas manchetes há uma questão fundamental: como os investidores devem avaliar as empresas em um cenário de aumento dos gastos com inteligência artificial, política monetária incerta e riscos geopolíticos persistentes? A resposta parte de uma ideia simples, mas essencial: os mercados se importam muito menos com o passado de uma empresa do que com o seu futuro.