Filosofia Vermelha

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Deus existe? O argumento ontológico de Anselmo de Aosta

Season 1, Ep. 6

Desde sua primeira elaboração na obra "Proslógio" (1078), de Anselmo de Aosta, o argumento ontológico para a prova da existência de Deus percorreu uma significativa trajetória na história da filosofia. Descartes, Spinoza e Leibniz o reformularam na modernidade, e Kant, em sua "Crítica da razão pura", identificou que todos os outros possíveis tipos de provas da existência de Deus o pressupõem. Novas versões do argumento surgiram também no século XX, destacando-se as de Kurt Gödel e Alvin Plantinga.


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No livro abaixo você pode encontrar um artigo de minha autoria discutindo sobre o tema:

https://www.loyola.com.br/produto/filosofia-da-religiao-5243

("Filosofia da religião: problemas da Antiguidade aos tempos atuais", Edições Loyola)


O artigo que aparece no livro acima pode ser acessado através deste link, na íntegra: https://www.academia.edu/30876210/O_argumento_ontol%C3%B3gico_de_Anselmo_de_Aosta_e_as_obje%C3%A7%C3%B5es_de_Gaunilo


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12/22/2021

Sobre a arte da conversação

Season 2, Ep. 16
Conversar não consiste apenas em falar e ouvir. Conversar é uma arte, uma performance que envolve duas ou mais pessoas. Talvez poderíamos até mesmo dizer que a conversação é um jogo no qual todos ganham, em que não há vencedor e perdedor, mas que possui, como toda disputa, certas regras mais ou menos definidas.Faça sua inscrição em nosso curso de introdução à filosofia: https://www.udemy.com/course/introducao-a-filosofia-dos-pre-socraticos-a-sartre/?referralCode=51CAB762A412100AFD38Ajude a manter este trabalho: https://apoia.se/filosofiavermelhaFoi para tentar salvar a tradicional arte da conversação, que parecia em declínio em sua época, que o enciclopedista francês André Morellet publicou em 1812 "Sobre a conversação", ensaio no qual enumera os onze principais vícios que estragam qualquer conversa. Estes erros são 1) a desatenção; 2) o hábito de interromper e falar vários ao mesmo tempo; 3) o afã exagerado de mostrar espírito; 4) o egoísmo; 5) o despotismo ou o espírito de dominação; 6) o pedantismo; 7) a falta de continuidade na conversação; 8) o espírito de pilhéria; 9) o espírito de disputa; 10) a disputa e 11) a conversação particular em substituição à conversação geral. Vamos falar sobre alguns desses vícios.Ilustração: suposto retrato de Marie Thérèse Rodet Geoffrin, uma das principais figuras do Iluminismo. Ela reunia diversos intelectuais em seu salão e foi uma figura internacionalmente conhecida.