{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/6915da77243c8d8870e0226a/692efe2c24be3041c8868a4b?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"EM3ATOS #5 • com Fiorella Solares","thumbnail_width":200,"thumbnail_height":200,"thumbnail_url":"https://open-images.acast.com/shows/6915da77243c8d8870e0226a/1764687386369-f65ce16e-513d-4f5a-9c15-f7643ecbb35a.jpeg?height=200","description":"<p>A violoncelista Fiorella Solares, fundadora da Ação Social pela Música, já transformou mais de 16 mil crianças e adolescentes em verdadeiros “soldados do violino” nas regiões mais violentas do Rio de Janeiro. No programa EM3ATOS, da TMC, ela abre o coração e relembra histórias de alunos do Complexo do Alemão, Penha, Morro dos Macacos e Babilônia — jovens que trocaram a sedução do tráfico pela emoção dos palcos no Brasil e na Europa.</p><p><br></p><p>Um dos relatos mais marcantes é o de Samuel, do Morro dos Macacos: enquanto ia para o ensaio, uma bala perdida atravessou sua rua e acertou em cheio o case do violino que ele carregava nas costas. O instrumento foi destruído — ele, não. A munição teria perfurado o pulmão.</p><p>É a prova viva de que, nesses territórios, a música salva vidas de forma literal.</p><p><br></p><p>Entre tiros, sirenes e bailes funk, a orquestra também já lidou com o poder paralelo. Fiorella relembra quando um chefe do tráfico, em Campinho, quis limitar o número de alunos para não “desfalcar” seus negócios. Em outras comunidades, conflitos armados fecharam núcleos inteiros — mesmo com moradores implorando pela permanência da música.</p><p><br></p>","author_name":"TMC Podcasts"}