{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/657744194453180012b9043a/679174b31ab6c8a367b2dbf0?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"DOR FACIAL IDIOPÁTICA PERSISTENTE: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO EM INTERFACE COM A NEUROPATIA E NEURALGIA DO TRIGÊMEO","thumbnail_width":200,"thumbnail_height":200,"thumbnail_url":"https://open-images.acast.com/shows/657744194453180012b9043a/1737585712653-6547f418-eee6-4540-a5e0-4b6f27dee787.jpeg?height=200","description":"<p>A dor facial idiopática persistente e sua interface com a neuropatia trigeminal dolorosa e a neuralgia do trigêmeo foram temas discutidos pelos Drs. Leandro Calia e Elder Sarmento.</p><p><br></p><p>A dor facial idiopática persistente foi descrita pela primeira vez há 100 anos. Essa dor não respeita a área de inervação do nervo trigêmeo, tem um comportamento diferente da neuralgia do trigêmeo, persiste por mais de 2 horas e por mais de 3 meses, localizando-se predominantemente na região maxilar. O principal diagnóstico diferencial é com a neuropatia trigeminal dolorosa, que envolve uma lesão conhecida do nervo trigêmeo. Mais remotamente, também é importante diferenciá-la da neuralgia do trigêmeo.</p><p><br></p><p>O diagnóstico de dor facial idiopática persistente é estabelecido a partir da exclusão de causas estruturais, como lesões de origem dentária. Portanto, o exame complementar é obrigatório. O tratamento de escolha é o tricíclico, podendo-se também utilizar antidepressivos duais.</p><p>A dor facial idiopática persistente exige um diagnóstico cuidadoso para diferenciá-la da neuropatia trigeminal dolorosa e da neuralgia do trigêmeo. Seu tratamento envolve, principalmente, antidepressivos, sendo essencial a exclusão de causas estruturais.</p>","author_name":"Sociedade Brasileira de Cefaleia"}