{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/6516447842065c0011b9fefb/66a2689e99c0cc0a513260e5?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"Código do Caos #26: Onlyfans e o prazer plataformizado; com Barbara Mendes","description":"<p>APOIE O CÓDIGO DO CAOS: <a href=\"https://www.apoia.se/codigodocaos\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">apoia.se/codigodocaos</a></p><p>CONTRIBUIÇÃO VIA PIX: <a href=\"https://nubank.com.br/pagar/185xn/SSdML7T4By\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">https://nubank.com.br/pagar/185xn/SSdML7T4By</a></p><p><br></p><p>Conteúdos eróticos ou pornográficos sempre estiveram entre os mais procurados e acessados na internet, desde antes mesmo da abertura comercial da rede, nos anos 90. Mas nos últimos 10 anos, uma novo componente tem mudado a forma como esse tipo de conteúdo é produzido e consumido: o Onlyfans. Tal como tem acontecido com outros aspectos das nossas vidas, o sexo e o prazer vem sendo plataformizado, e hoje, o Onlyfans é a maior plataforma de conteúdo adulto por assinatura, com mais de 3 milhões de criadores e 220 milhões de consumidores registrados em maio de 2023.&nbsp;</p><p><br></p><p>Segundo uma pesquisa acadêmica, 69% dos usuários do Onlyfans são brancos, 89% são casados, 63% são homens e 59% são heterossexuais, o que nos dá uma ideia de quem é o usuário médio da plataforma.</p><p><br></p><p>Com essa grande produção de conteúdo erótico ou pornográfico publicado por pessoas comuns no Onlyfans, o comportamento dos consumidores tem mudado e feito até gente a pagar por pornografia pela primeira vez na vida, algo que sites populares como Xvideos nunca foram capazes. O Twitter, a única plataforma grande que aceita conteúdo adulto, se tornou um espaço essencial para a divulgação desses criadores, recebendo uma avalanche de pornografia ou conteúdo erótico nos últimos anos e para algumas pessoas, até substituindo sites pornôs como o Xvideos.</p><p><br></p><p>Mas abrir um Onlyfans, como a gente costuma brincar, é mesmo sinônimo de dinheiro fácil? O que trabalhadores e trabalhadoras sexuais precisam lidar ao entrar nesse ecossistema para manter sua renda mensal? Para responder essas e outras perguntas eu conversei com Barbara Mendes Lima, mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina, onde pesquisou a produção de imagens explícitas em plataformas digitais</p><p><br></p><p>Siga o Código do Caos nas redes sociais:</p><p><a href=\"https://twitter.com/codigodocaos\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Twitter</a></p><p><a href=\"https://www.instagram.com/codigodocaos/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Instagram</a></p><p><br></p><p>Siga Henrique Sampaio nas redes sociais:</p><p><a href=\"https://twitter.com/riquesampaio\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Twitter</a></p><p><a href=\"https://www.instagram.com/riquesampaio\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Instagram</a></p>","author_name":"Henrique Sampaio"}