{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/6516447842065c0011b9fefb/6643b9f242f6710013682720?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"Código do Caos #21: Como Israel usa IA para matar, com Júlia Tibiriçá","description":"<p>APOIE O CÓDIGO DO CAOS: <a href=\"https://www.apoia.se/codigodocaos\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">apoia.se/codigodocaos</a></p><p>CONTRIBUIÇÃO VIA PIX: <a href=\"https://nubank.com.br/pagar/185xn/SSdML7T4By\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">https://nubank.com.br/pagar/185xn/SSdML7T4By</a></p><p><br></p><p>Desde outubro de 2023 a gente tem acompanhado uma nova etapa do conflito israel-palestino, após um ataque terrorista do Hamas contra cidadãos israelenses. Usando a ofensiva como pretexto para exterminar o povo palestino e invadir a Faixa de Gaza, Israel inaugurou um novo capítulo desse conflito que já dura quase 100 anos: o uso da tecnologia, da inteligência artificial e da lógica das big techs no massacre da população palestina. Vale ressaltar que, embora Israel constantemente argumente que está apenas se defendendo, aproximadamente 70% das mais de 30 mil pessoas mortas pelo país em Gaza são de mulheres e crianças – isso sem contar os mais de 70 mil feridos, de acordo com o ministério da saúde de Gaza.</p><p><br></p><p>Jornalistas independentes de Israel, da revista +972, ouviram denúncias anônimas sobre o funcionamento dessas armas e publicaram reportagens detalhando as avançadas tecnologias de guerra usadas por Israel contra a população acuada e literalmente faminta de Gaza. O que a gente vê hoje, contudo, é resultado de décadas de investimento do país em um complexo militar industrial que produz tecnologia de combate, espionagem e vigilância para a guerra – dentre elas o Pegasus, que chegou a ser cogitado pelo clã Bolsonaro para monitorar o Palácio do Planalto</p><p><br></p><p>Para entender mais que tecnologias são essas e o que elas representam para Israel, para o ocidente e para o mundo pós-Gaza, o episódio desta semana do Código do Caos traz uma conversa com Júlia Tibiriça. A Júlia é professora de relações internacionais na Universidade FMU, doutoranda de relações internacionais, mestra em ciência Política pela USP e pesquisadora na área de tecnopolítica e vigilância, privacidade, internet e redes sociais, autoritarismos e segurança internacional.</p><p><br></p><p>Siga o Código do Caos nas redes sociais:</p><p><a href=\"https://twitter.com/codigodocaos\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Twitter</a></p><p><a href=\"https://www.instagram.com/codigodocaos/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Instagram</a></p><p><br></p><p>Siga Henrique Sampaio nas redes sociais:</p><p><a href=\"https://twitter.com/riquesampaio\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Twitter</a></p><p><a href=\"https://www.instagram.com/riquesampaio\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Instagram</a></p>","author_name":"Henrique Sampaio"}