{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/6516447842065c0011b9fefb/65326d829bf3570012be3c2b?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"Código do Caos #4: Teorias da conspiração e cultura pop, com Rodrigo Quinan e Suely Fragoso","description":"<p>APOIE O CÓDIGO DO CAOS: <a href=\"https://www.apoia.se/codigodocaos\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">apoia.se/codigodocaos</a></p><p>CONTRIBUIÇÃO VIA PIX: <a href=\"https://nubank.com.br/pagar/185xn/SSdML7T4By\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">https://nubank.com.br/pagar/185xn/SSdML7T4By</a></p><p><br></p><p>Na última década para cá, especialmente durante os períodos de eleição e no governo Bolsonaro, acessar redes sociais envolveu desviar de teorias da conspiração como o Neo desviava de balas em Matrix. Potencializadas pelas redes sociais e pela própria extrema direita internacional, as teorias da conspiração ganharam tração como nunca, validadas por presidentes negacionistas e populistas. Ficou evidente o uso deliberado e estratégico das teorias da conspiração como forma de manipular e distorcer a realidade, a ponto de a gente testemunhar cenas tão bizarras quanto preocupantes nos acampamentos de bolsonaristas em frente aos quartéis militares, no final de 2022. Isso sem mencionar a própria invasão de bolsonaristas ao.</p><p><br></p><p>Mas muita coisa aconteceu pra gente chegar a esse grau de delírio coletivo. Pra gente entender o fenômeno das teorias da conspiração nas redes a gente precisa olhar pro passado, especialmente para os anos 90, quando uma cultura da conspiração começa a se forma por influência da cultura pop e da própria internet. Brasil Paralelo, uma produtora de videos que recebe investimos e e o lançamento de um filme nos cinemas</p><p><br></p><p>Este episódio conta com a participação de:</p><p><br></p><p>Suely Fragoso, PhD em Comunicação pela Universidade de Leeds, no Reino Unido, e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Cultura digital, videogames e desinformação fazem parte de seus campos de pesquisa.</p><p><br></p><p>Rodrigo Quinan, doutorando em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense e desenvolve pesquisas sobre teorias da conspiração, ficção seriada televisiva e extrema direita.</p><p>Email de contato: rodrigoquinan@id.uff.br</p><p><br></p><p>Siga o Código do Caos nas redes sociais:</p><p><a href=\"https://twitter.com/codigodocaos\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Twitter</a></p><p><a href=\"https://www.instagram.com/codigodocaos/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Instagram</a></p><p><a href=\"https://www.youtube.com/@CodigodoCaos\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">YouTube</a></p><p><br></p><p>Siga Henrique Sampaio nas redes sociais:</p><p><a href=\"https://twitter.com/riquesampaio\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Twitter</a></p><p><a href=\"https://www.instagram.com/riquesampaio\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Instagram</a></p>","author_name":"Henrique Sampaio"}