{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/6516447842065c0011b9fefb/651f65917bacb40011d28055?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"Código do Caos #2: Live NPC e a crise do influenciador, com Issaaf Karhawi e Ana Paula Passarelli","description":"<p>APOIE O CÓDIGO DO CAOS: <a href=\"https://www.apoia.se/codigodocaos\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">apoia.se/codigodocaos</a></p><p>CONTRIBUIÇÃO VIA PIX: <a href=\"https://nubank.com.br/pagar/185xn/SSdML7T4By\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">https://nubank.com.br/pagar/185xn/SSdML7T4By</a></p><p><br></p><p>No mês de setembro, as redes sociais foram bombardeadas com vídeos e memes de lives NPC, uma modalidade de transmissão ao vivo em que um indivíduo se comporta como um personagem não jogável de um videogame, reagindo de forma repetitiva e limitada às interações dos usuários, que gastam dinheiro de verdade para “controlar” o performer. Esse dinheiro se converte em lucro pro dono da live, que, dependendo da sua popularidade, pode ganhar milhares de reais em uma única transmissão.&nbsp;</p><p><br></p><p>A “brincadeira” rendeu uma avalanche de críticas nas redes sociais e de especialistas em comportamento, muitas delas falando sobre uma humilhação do criador por um dinheiro rápido e fácil. Outras, falavam como aquilo parecia ter saído de um episódio de Black Mirror. A repercussão negativa fez com o que próprio TikTok passasse a reconhecer que os conteúdos poderiam ser repetitivos, não autênticos e degradantes e passou a restringir o alcance da categoria.</p><p><br></p><p>Agora, baixada a poeira, o que a gente pode aprender com as lives de NPCs? E o que elas dizem sobre a precariedade da criação de conteúdo online, do mercado de influência e do trabalho plataformizado? Eu conversei com duas especialistas pra tentar entender o que a gente pode tirar sobre tudo isso.</p><p><br></p><p>Issaaf Karhawi é jornalista, mestre e doutora em Ciências da Comunicação pela USP e pesquisa a cultura dos influenciadores digitais desde 2014, o que origem ao livro \"De blogueira a influenciadora\", publicado pela editora Sulina.</p><p><a href=\"https://twitter.com/issaafkarhawi\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Twitter</a></p><p><a href=\"https://www.instagram.com/issaafkarhawi/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Instagram</a></p><p><br></p><p>Ana Paula Passarelli, a Passa, é mestre em comunicação e semiótica pela PUC-SP e cofundadora da Brunch, uma agência que atua no mercado de influência e possui hoje mais de 50 criadores.</p><p><a href=\"https://twitter.com/passa\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Twitter</a></p><p><a href=\"https://www.instagram.com/passa/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Instagram</a></p><p><br></p><p>Links mencionados no episódio:</p><p><a href=\"https://forbes.com.br/forbes-tech/2023/09/cresce-o-impacto-de-influenciadores-na-saude-mental-dos-internautas-brasileiros/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">https://forbes.com.br/forbes-tech/2023/09/cresce-o-impacto-de-influenciadores-na-saude-mental-dos-internautas-brasileiros/</a></p><p><br></p><p>Siga o Código do Caos nas redes sociais:</p><p><a href=\"https://twitter.com/codigodocaos\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Twitter</a></p><p><a href=\"https://www.instagram.com/codigodocaos/\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Instagram</a></p><p><a href=\"https://www.youtube.com/@CodigodoCaos\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">YouTube</a></p><p><br></p><p>Siga Henrique Sampaio nas redes sociais:</p><p><a href=\"https://twitter.com/riquesampaio\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Twitter</a></p><p><a href=\"https://www.instagram.com/riquesampaio\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">Instagram</a></p>","author_name":"Henrique Sampaio"}