{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/64bbf353081d35001146546f/658c615f8377700015237175?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"René Lalique e a arte para ser usada","thumbnail_width":200,"thumbnail_height":200,"thumbnail_url":"https://open-images.acast.com/shows/64bbf353081d35001146546f/1703698745688-91578322822b9716141bcd1f1e355c49.jpeg?height=200","description":"<p>A joalharia é uma das formas artísticas mais ligada ao uso pessoal e Calouste Gulbenkian não lhe ficou indiferente. A sua coleção distingue-se pelo grande conjunto de obras de René Lalique, mestre joalheiro francês com quem o colecionador estabeleceu uma forte relação pessoal e profissional. Iniciando-se no período da Arte Nova e transitando, posteriormente, para a Arte Déco, Lalique criou obras de exceção que se destacam pelas pelo seu experimentalismo técnico e pela sua riqueza decorativa.</p><p>Neste décimo segundo episódio do podcast, João Carvalho Dias, diretor-adjunto do Museu Calouste Gulbenkian, e Rui Ramos, historiador, conversam sobre o vasto corpo de trabalho de René Lalique e sobre a sua relação com Calouste Gulbenkian.</p>","author_name":"Museu Calouste Gulbenkian"}