{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/6491d5e18be1af001144a062/64d2a7b6af9a6f00111fdfdb?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"#09 - Luh Maza: arte, conquista de espaços e corpos políticos, uma conversa sobre transgeneridade","thumbnail_width":200,"thumbnail_height":200,"thumbnail_url":"https://open-images.acast.com/shows/6491d5e18be1af001144a062/1691526745030-b6e0597d782e0d2ec221fa52bfd963af.jpeg?height=200","description":"<p>Você já assistiu a um filme, uma série ou novela e não se sentiu representado pelos personagens? Infelizmente, ainda estamos atrasados na corrida pela diversidade racial e sexual no cinema e na TV.&nbsp;</p><p><br></p><p>Segundo uma pesquisa do<strong> Relatório de Diversidade de Hollywood da Universidade da Califórnia&nbsp;somente 21% dos filmes analisados, em 2022, possuíam papéis principais ocupados por minorias (pessoas pretas, latinas, LGBTQIAP+).</strong> A falta de diversidade também é nítida atrás das câmeras, seja nas funções de direção, roteiro ou produção. </p><p><br></p><p><strong>A nossa convidada tem nadado contra a maré e é a primeira roteirista trans da TV brasileira, responsável por produções como Sessão de Terapia, da Globoplay, Candelária, da Netflix, e também pela adaptação do Livro Torto Arado. O nosso papo é com a Luh Maza.</strong></p>","author_name":"Marias& Anas"}