{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/636e6e0892fc360012797116/69d78c47e257f11e03d26dad?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"T4 - Ep. 14 - Catarina Campos (Árbitra Futebol da elite UEFA/ FIFA)","thumbnail_width":200,"thumbnail_height":200,"thumbnail_url":"https://open-images.acast.com/shows/636e6e0892fc360012797116/1775732819830-30cb2f29-8e0a-4f60-9294-7bf09137481d.jpeg?height=200","description":"<p>A <strong>Catarina Campos</strong> é formada desde 2007 em <strong>Comunicação Social </strong>pela <strong>ESEV</strong> e, pela forma como descreve, neste episódio, a fotografia que nos trouxe, vai ao encontro daquilo que disse logo ao início desta conversa, foram os melhores anos da sua vida.&nbsp;</p><p><br></p><p>Sempre foi uma apaixonada por futebol, integrou a Escola de Futebol Clube de Molelinhos aos 16 anos. A arbitragem já surgiu depois de terminar a faculdade, quando procurava, precisamente, equipas para continuar a praticar futebol. A Catarina, que se diz ambiciosa, sempre agarrou tudo o que queria na vida com muita determinação.</p><p><br></p><p>A comunicação e a arbitragem estão de mãos dadas, desde a comunicação verbal à não verbal. São valências que treinou e trabalhou no curso de Comunicação Social, que aplica agora também na arbitragem. Aliás, <strong>a comunicação, reconhece, é mesmo o seu ponto forte enquanto árbitra</strong>.</p><p><br></p><p>À comunicação juntou depois também a liderança, que é essencial para a arbitragem, na área em que fez <strong>a profissionalização que aconteceu há dois anos.</strong> Com o amadurecimento e o crescimento, tem sido mais fácil gerir o mediatismo que a carreira na arbitragem lhe tem trazido, até porque, diz a Catarina, <strong>nasceu para ser árbitra de futebol.&nbsp;</strong></p><p><br></p><p>Teve o privilégio de ser entrevistada já por colegas de comunicação social, mas deixou aqui a dica também para os estudantes que ainda estão agora a fazer o curso:&nbsp;o que mais a entristece é ter jornalistas a fazer o papel de comentaristas e, portanto, há sempre que evitar estar neste segundo papel que não compete aos jornalistas.&nbsp;</p><p><br></p><p>Sente-se bem no papel de árbitra mulher, mas <strong>seria hipócrita dizer que não é diferente e que se sente muitas vezes “à prova”. </strong>E ainda assim, à prova, 18 épocas depois de arbitragem e estando ela no<strong> topo da elite da UEFA</strong>, que conseguiu em 2023, ainda assim cheia de sonhos.</p><p><br></p><p><strong>Quer arbitrar a final de uma Liga dos Campeões feminina.</strong> Aliás, é um sonho que ainda está para chegar, mas que vai chegar.&nbsp;</p>","author_name":"Miguel Midões & Joana Martins"}