{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/62c31e151f15c80012a2ba9a/6a70b03b2031aa1a28e4bb35?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"Por que a escolha da moeda importa tanto quanto a escolha do ativo","description":"<p>Tentar prever para onde as taxas de câmbio vão se mover em seguida está entre os exercícios mais ingratos das finanças, possivelmente mais difícil do que prever os mercados de ações, pois exige acertar a visão relativa de duas economias simultaneamente, não apenas uma. O destino de uma moeda depende da geopolítica, da dívida em relação ao PIB, das trajetórias de inflação, dos diferenciais de taxas de juros, dos rendimentos dos títulos e da solvência soberana, tudo interagindo ao mesmo tempo e muitas vezes puxando em direções diferentes. No entanto, para investidores domiciliados em países com moedas historicamente mais fracas, ignorar essa dimensão da construção de carteiras não é realmente uma opção.</p><p><br></p>","author_name":"DOMINION"}