{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/62b0558b12c92600125c46c2/695b69346c77c8cb7a55c9cc?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"A ascensão dos e-sports em África: como os gamers estão a moldar o futuro","thumbnail_width":200,"thumbnail_height":200,"thumbnail_url":"https://open-images.acast.com/shows/62b0558b12c92600125c46c2/1767598380512-303dcf51-24cf-4b17-9d1f-6faa85ac56fc.jpeg?height=200","description":"<p>África tem mais de <strong>350 milhões de gamers</strong>, mas a sua indústria de e-sports vale apenas 66 milhões de dólares. Apesar disso, está a crescer a uma velocidade impressionante. Neste episódio de Limitless África, Lourdes Fortes conversa com dois atletas quenianos. <strong>Brian Dianga</strong>, conhecido como <em>Brian The Beast</em>, um dos primeiros profissionais de e-sports da África Oriental, e <strong>Shirley Adema</strong>, ou <em>Dark Willow</em>, jogadora competitiva de Dota e co-fundadora da Tunza E-sports.</p><p>Eles explicam como o gaming cria oportunidades, desenvolve novas competências e inspira jovens em todo o continente. Também discutem como a cultura de gaming dos Estados Unidos influencia os jogadores africanos e como a internet lenta continua a ser um obstáculo.</p><p><br></p><p><br></p>","author_name":"TRUE Africa"}