{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/62b0558b12c92600125c46c2/66f9b332acfe1ec5ec1e178a?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"Como é que as redes sociais podem iniciar um movimento?","thumbnail_width":200,"thumbnail_height":200,"thumbnail_url":"https://open-images.acast.com/shows/62b0558b12c92600125c46c2/1727640325825-2ffc514a-bd52-4bdf-a385-cc926f521862.jpeg?height=200","description":"<p>Desde os protestos #FeesMustFall na África do Sul até ao movimento #EndSARS na Nigéria, o ativismo nas redes sociais tem demonstrado ser capaz de aumentar a sensibilização e provocar mudanças sociais.&nbsp;</p><p><br></p><p>Simone Spencer fala com três activistas.</p><p><br></p><p><strong>Oliver Barker-Vormawor</strong> é consultor de governação e um dos fundadores do movimento #FixTheCountry no Gana, em 2021.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Mari Malek</strong>, também conhecida como <strong>DJ Stiletto,</strong> é modelo, DJ, atriz e ativista do Sudão do Sul.<strong> </strong>Ela iniciou o movimento nas redes sociais #runwaystofreedom</p><p><br></p><p><strong>Abdoulaye Oumou Sow</strong> é chefe de comunicação do movimento FNDC (Frente Nacional pela defesa da Constituição) na Guiné.</p><p><br></p><p><br></p>","author_name":"TRUE Africa"}