{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/62b0558b12c92600125c46c2/637a6367a9c70c00112c7ddf?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"Como podemos ter mais mulheres na liderança política?","thumbnail_width":200,"thumbnail_height":200,"thumbnail_url":"https://open-images.acast.com/shows/62b0558b12c92600125c46c2/1657306378937-defb4920f43c8c826f12aa40d7bb6ea1.jpeg?height=200","description":"<p>A África está relativamente bem no tocante ao envolvimento de mulheres na liderança política. Ruanda, África do Sul, Senegal e Etiópia lideram o mundo em termos de número de mulheres membras de parlamento; mas essa não é a história de todo o continente. Ainda há muito poucas mulheres como chefes de estado. Simone recebe três convidados:</p><p><br></p><p><strong>Dr Oby Ezekwesili- </strong>É graduada pela Universidade de Harvard, antiga ministra da educação do governo nigeriano e ex-vice presidenta do Banco Mundial (região africana). Ela fundou também o movimento, #bringbackourgirls.</p><p><br></p><p><strong>Busisiwe Seabe</strong>, uma das líderes do movimento do protesto estudantil ‘abaixo as propinas’.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Noëlla Coursaris Musunka</strong>, é filantropa, modelo, fundadora e CEO do ‘Malaika’. A escola ‘Malaika’ oferece educação primária e secundária grátis, credenciada para 400 raparigas na região sudeste da República Democrática do Congo.</p><p><br></p>","author_name":"TRUE Africa"}