{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/624dc95ccc8fb60013263e79/62d1a84ac13efe0012ab2cb3?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"O Grande Século e a coleção que quase ficou em Londres","thumbnail_width":200,"thumbnail_height":200,"thumbnail_url":"https://open-images.acast.com/shows/624dc95ccc8fb60013263e79/1657907249965-4e6d2b44aca632b88220910f571f8c80.jpeg?height=200","description":"<p>A arte europeia do século XVIII desde cedo fascinou Calouste Gulbenkian. Atraía-o o virtuosismo artístico, a nobreza dos materiais e a proveniência dos objetos, muitos de origem real. Assim, a partir de 1907, foi um perseguidor tenaz das obras de arte disponíveis no mercado que melhor representassem a qualidade artística deste período. </p><p><br></p><p>Neste oitavo episódio do podcast dedicado à coleção Gulbenkian, João Carvalho Dias, diretor-adjunto do Museu Calouste Gulbenkian, e Rui Ramos, historiador, falam sobre colecionismo de arte setecentista, sobre a importância da arte do livro e da gravura, e da amizade que ligava Gulbenkian a Kenneth Clark, diretor da National Gallery britânica.</p>","author_name":"Museu Calouste Gulbenkian"}