{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/606116764b81e639d9b402e3/61c1685a3376e9001277782d?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"#008 - Chico Rei (Rodrigo de Almeida)","thumbnail_width":200,"thumbnail_height":200,"thumbnail_url":"https://open-images.acast.com/shows/606116764b81e639d9b402e3/1640065351186-377bc197c28895213f529489326166d3.jpeg?height=200","description":"<p>CINEMATÓGRAFO PODCAST - EP. #008 “CHICO REI”</p><p>.</p><p>Ainda que tenha durado mais de 350 anos, a instituição da escravidão-racista no Brasil não atravessou esse período sem ser questionada. Não faltaram resistência, lutas e estratégias de sabotagem por parte de mulheres e homens negros escravizados. Alguns deles já nascidos no território brasileiro, outros nascidos em África. Na época, esses atos de insubordinação encontraram na tradição oral uma forma (talvez a única forma) de se perpetuar.&nbsp;</p><p>Por isso, quando a memória da resistência negra na Minas Gerais do século XVIII foi transformada em narrativa audiovisual, a matéria-prima foi justamente essa tradição, que não preza pelo preciosismo das datas, dos nomes e da cronologia.</p><p>.</p><p>Neste oitavo episódio do nosso podcast, vamos percorrer as estradas íngremes da antiga Vila Rica em busca das histórias dessa resistência durante o ciclo do Ouro colonial. Para isso, conversamos com o historiador Rodrigo de Almeida ( @delyraalmeida ) sobre o filme “Chico Rei” (BRA, 1985), de Walter Lima Jr. Enquanto falávamos dos limites de um cinema branco em retratar o período, descobrimos os bastidores de um filme que demorou seis anos para ser&nbsp;concluído, atravessado por relações de poder econômico e religioso.</p><p><br></p><p>.</p>","author_name":"Cinematógrafo Podcast"}