{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/5f1639a722c90f46778ac8a9/5f4ada25b6f6a2163a9f8b28?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"Nem tudo é perfeito - Na Onda da Vida Especial Coronavírus","thumbnail_width":200,"thumbnail_height":200,"thumbnail_url":"https://open-images.acast.com/shows/5f1639a722c90f46778ac8a9/1598740811508-a9830d19d4be9c9170ea1c10880b2494.jpeg?height=200","description":"<p>Pense naquele sabonete que mata 99,9% das bactérias, o método contraceptivo 99% eficaz. Nada é 100% certo. Falhas acontecem, por exemplo, em testes médicos, como os da COVID-19. Ambos os testes têm suas limitações, tanto o teste molecular, chamado de PCR, no qual o material é coletado com um tipo de cotonete passado no interior do nariz; quanto o teste rápido, chamado de sorológico, que testa o sangue.</p><p>Convidamos a professora Giliane Trindade, doutora pelo Departamento de Microbiologia da UFMG para esclarecer sobre os possíveis problemas dos testes para a doença</p><p><br></p><p><em>Redação: Ana Elisa Figueiredo</em></p><p><em>Revisão: Mônica Bucciarelli</em></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>","author_name":"Ciência no Ar"}