{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Acast","provider_url":"https://acast.com","height":250,"width":700,"html":"<iframe src=\"https://embed.acast.com/$/5f1639a722c90f46778ac8a9/5f4abe8a348ee551966a4ac6?\" frameBorder=\"0\" width=\"700\" height=\"250\"></iframe>","title":"Perigo silencioso - Na Onda da Vida Especial Coronavírus","thumbnail_width":200,"thumbnail_height":200,"thumbnail_url":"https://open-images.acast.com/shows/5f1639a722c90f46778ac8a9/1598733930915-c8803b7a4f9713e0cc7ab955cae24a49.jpeg?height=200","description":"<p>Sempre que possível, evitamos contato com pessoas que estão com alguma doença contagiosa. Espirros, tosses e secreções no geral podem nos infectar, e ninguém quer ficar doente. Entretanto, nem sempre quem está doente, parece doente. O perigo silencioso das pessoas assintomáticas é um fator que pesa muito para o sucesso da transmissão de doenças. É o caso do coronavírus atual. Existem pessoas infectadas que muitas vezes não manifestam sintomas por vários dias mas contaminam outras pessoas.</p><p>Falamos com a doutora Giliane Trindade, professora do Departamento de Microbiologia da UFMG sobre essa questão</p><p><br></p><p><em>Redação: Ana Elisa Figueiredo</em></p><p><em>Revisão: Mônica Bucciarelli</em></p>","author_name":"Ciência no Ar"}